Zingareio
Pedro Moraes Tour USA
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Primeira turnê de 2011!!! Chicago + NY
Pois, mal começado 2011, aqui vamos nós para o frio de Nova Iorque e Chicago! O convite veio do Centro Cultural de Chicago, e dividimos a noite na bela (e grande) casa de shows Martyr´s com a banda Funkadesi.
e aproveitamos a viagem para estrear numa nova casa em NY, a linda "DROM", no Lower East Side, junto com uma divertidíssima banda internacional de música brasileira, o MaisUM (www.maisumnyc.com)
Também em NY, aproveitei para visitar o amigo Nanny Assis, no palco do SOB`s:
Aqui vai um breve relato nas ruas de NY, no West Village, indo ensaiar, logo depois de chegar à cidade:
ao fundo, o fenomenal baterista brasileiro, Mauricio Zottarelli
aqui, o baixista, da Martinica, Patrice Blanchard
e aproveitamos a viagem para estrear numa nova casa em NY, a linda "DROM", no Lower East Side, junto com uma divertidíssima banda internacional de música brasileira, o MaisUM (www.maisumnyc.com)
no fim do meu show, voltei ao palco para dar uma canja junto com o MaisUm.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
San Francisco
Levei um tempo até terminar de registrar as últimas etapas da turnê Claroescuro USA 2010 aqui. Mas vale à pena. Foi uma turnê marcante demais, um ponto de virada na minha vida e carreira. Uma das melhores coisas da viagem, certamente, foi a companhia dessa banda barra pesada (e às vezes maravilhosamente descoordenada das idéias): Daniel Marques, Maurício Zottarelli, Patrice Blanchard!
Enfim, chegamos em San Francisco depois da deliciosa passada por Austin na Segunda-feira, dia 3 de Outubro. Estávamos hospedados na vizinha (longe pacas, na verdade) cidade de Fremont, onde contamos com a gentilíssima recepção de amigos. Alugamos uma van, e boa parte da turnê na California foi passada dentro dela.
Correria alucinada: consertar o violão, que deu problemas em Austin, buscar os equipamentos para o show da noite, comer no e chegar a tempo no Elbo.
fotos de Polly Leitão
Na quarta-feira, mais um show, numa cidade ao sul de San Francisco, no coração do vale do Silício, chamada Sunnyvale. Uma casa brasileira, chamada Senzala, onde Diogo Nogueira se apresentou recentemente, e mais uma porção de artistas brasileiros em turnê pela região. A produção foi, como no show do Elbo Room, a cargo da Gabi e da Dinize da Nativa Productions - alegria de conviver!
Enfim, chegamos em San Francisco depois da deliciosa passada por Austin na Segunda-feira, dia 3 de Outubro. Estávamos hospedados na vizinha (longe pacas, na verdade) cidade de Fremont, onde contamos com a gentilíssima recepção de amigos. Alugamos uma van, e boa parte da turnê na California foi passada dentro dela.
Correria alucinada: consertar o violão, que deu problemas em Austin, buscar os equipamentos para o show da noite, comer no e chegar a tempo no Elbo.
fotos de Polly Leitão
Na quarta-feira, mais um show, numa cidade ao sul de San Francisco, no coração do vale do Silício, chamada Sunnyvale. Uma casa brasileira, chamada Senzala, onde Diogo Nogueira se apresentou recentemente, e mais uma porção de artistas brasileiros em turnê pela região. A produção foi, como no show do Elbo Room, a cargo da Gabi e da Dinize da Nativa Productions - alegria de conviver!
Imagem do show em Sunnyvale:
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Austin (família!!!)
Pouco mais de seis meses depois, de volta a Austin. Ainda volto a escrever pra dizer com mais detalhes e mais justiça o quanto esses amigos queridos tocam meu coração.
A estada começou com o grande Antonio Dionísio buscando a gente no aeroporto com seu Carrão amarelo. Depois, gravação do programa do Michael Crockett na KUT-FM. Comida mexicana, confusões habituais de produção (e outras não habituais -- que eu jamais me acostume com a desonestidade, só aprenda a me proteger dela...) e, uma vez o show de Houston cancelado, abriu-se um Sábado delicioso para curtir o clima incrível de Austin nessa época do ano, e a vista do lago (que lembra um tanto o Joá...)
À noite, um pulo na casa de Wayne Salzmann, o maravilhoso baterista com quem toquei aqui em Abril, e que faz parte do Gabriel Santiago Quartet, que vai dividir a noite comigo amanhã no MOMO´s.
Pilotando a churrasqueira, o baiano de ilhéus Gabriel.
No dia do show (um dos melhores da turnê -- mesmo com o baita contratempo do meu violão ter uma pane elétrica na hora do show, e eu ter que tocar com o violão de sete cordas, maravilhoso, mas sete cordas, do Gabriel...)
Aqui um trechinho do show. With a little help from my friends.
Digamos que é um bom hino do músico na estrada...
A estada começou com o grande Antonio Dionísio buscando a gente no aeroporto com seu Carrão amarelo. Depois, gravação do programa do Michael Crockett na KUT-FM. Comida mexicana, confusões habituais de produção (e outras não habituais -- que eu jamais me acostume com a desonestidade, só aprenda a me proteger dela...) e, uma vez o show de Houston cancelado, abriu-se um Sábado delicioso para curtir o clima incrível de Austin nessa época do ano, e a vista do lago (que lembra um tanto o Joá...)
À noite, um pulo na casa de Wayne Salzmann, o maravilhoso baterista com quem toquei aqui em Abril, e que faz parte do Gabriel Santiago Quartet, que vai dividir a noite comigo amanhã no MOMO´s.
Pilotando a churrasqueira, o baiano de ilhéus Gabriel.
No dia do show (um dos melhores da turnê -- mesmo com o baita contratempo do meu violão ter uma pane elétrica na hora do show, e eu ter que tocar com o violão de sete cordas, maravilhoso, mas sete cordas, do Gabriel...)
Aqui um trechinho do show. With a little help from my friends.
Digamos que é um bom hino do músico na estrada...
O Lago em Chicago
Nosso baixista, Patrice Blanchard, é o mais velho da banda, e sem dúvida o mais bem disposto. Aceitei seu convite para uma corridinha na beira do lago Michigan, que é a praia dos caras aqui. Lindo, estou impressionado. E exausto...
A cidade bordeja o lago, e os prédios imensos e estilosos formam uma harmonia curiosa com a aparente delicadeza da natureza. Digo aparente, porque o lago Michigan é a fonte dos famosos ventos e do frio que petrifica Chicago durante quase seis meses do ano (os caras tem 40, 50 abaixo de zero por aqui!)
Bom que viemos numa época de fato delicada. O Outono está agradável e sua luz é estonteante.
A cidade bordeja o lago, e os prédios imensos e estilosos formam uma harmonia curiosa com a aparente delicadeza da natureza. Digo aparente, porque o lago Michigan é a fonte dos famosos ventos e do frio que petrifica Chicago durante quase seis meses do ano (os caras tem 40, 50 abaixo de zero por aqui!)
Bom que viemos numa época de fato delicada. O Outono está agradável e sua luz é estonteante.
Terceira parada, Chicago!
Os shows que foram a partida e a âncora da turnê, sem os quais nada disso teria acontecido, foram as duas apresentações no Chicago World Music Festival. Este é o festival de músicas do mundo mais antigo dos Estados Unidos, e possivelmente o maior.
Vão aqui fotos do entardecer, no taxi, indo do aeroporto para o primeiro show:
O festival acontece da seguinte maneira -- além do Chicago Cultural Center, onde nos apresentamos no último dia, um prédio de uns 120 anos, com suas colunas, mármores e cúpulas de muito bom gosto -- o festival ocupa durante uma semana as principais casas de show da cidade, e promove uma programação variadíssima, variadíssima mesmo!
...bom, existe um filtro cultural gozado no conceito de "World Music", né? Afinal, existiria alguma "Music" que não é do "World"?
De todo modo, os organizadores reúnem um contingente artístico bastante interessante. Eis os caras que dividiram a van com a gente do hotel para o Chicago Cultural Center no segundo dia (na verdade, um deles, o do meio, teve que ser substituído por outra pessoa, porque foi barrado no aeroporto, entrando no país...). O projeto se chama "Slide to Freedom", e se baseia num instrumento inventado por Vishwa Mohan Bhatt, que é uma guitarra ocidental, ou havaiana, adaptada para o uso, com slide (um cilindro de vidro ou aço que desliza sobre as cordas), na música clássica indiana. Veja mais sobre a Mohan Veena
E veja uma apresentação deles em outro festival.
Aqui vai um vídeo com trechos da primeira apresentação no festival. A casa em que tocamos chama-se Schuba´s, e é, na opinião de todos os músicos daqui com quem conversamos, uma das mais interessantes de Chicago. Bom, não conheço as outras, mas devo, mesmo assim, concordar!
Vão aqui fotos do entardecer, no taxi, indo do aeroporto para o primeiro show:
O festival acontece da seguinte maneira -- além do Chicago Cultural Center, onde nos apresentamos no último dia, um prédio de uns 120 anos, com suas colunas, mármores e cúpulas de muito bom gosto -- o festival ocupa durante uma semana as principais casas de show da cidade, e promove uma programação variadíssima, variadíssima mesmo!
...bom, existe um filtro cultural gozado no conceito de "World Music", né? Afinal, existiria alguma "Music" que não é do "World"?
De todo modo, os organizadores reúnem um contingente artístico bastante interessante. Eis os caras que dividiram a van com a gente do hotel para o Chicago Cultural Center no segundo dia (na verdade, um deles, o do meio, teve que ser substituído por outra pessoa, porque foi barrado no aeroporto, entrando no país...). O projeto se chama "Slide to Freedom", e se baseia num instrumento inventado por Vishwa Mohan Bhatt, que é uma guitarra ocidental, ou havaiana, adaptada para o uso, com slide (um cilindro de vidro ou aço que desliza sobre as cordas), na música clássica indiana. Veja mais sobre a Mohan Veena
E veja uma apresentação deles em outro festival.
Aqui vai um vídeo com trechos da primeira apresentação no festival. A casa em que tocamos chama-se Schuba´s, e é, na opinião de todos os músicos daqui com quem conversamos, uma das mais interessantes de Chicago. Bom, não conheço as outras, mas devo, mesmo assim, concordar!
Noite de clássicos no Zinc Bar
Taí uma honra: ser o cantor convidado da mais tradicional noite de Brazilian Jazz de NY. Já há, sei lá, vinte anos (?)o domingo ferve sob o comando do pianista Cidinho Teixeira (vejam de quem se trata aqui - http://guia.folha.com.br/shows/ult10052u641277.shtml) no Zinc Bar (http://www.zincbar.com/), um porão de jazz típico, no Village.
Isso aconteceu um dia depois do SOB´s, no Domingo, dia 26 de Setembro.
Vamos de Jobim!
Isso aconteceu um dia depois do SOB´s, no Domingo, dia 26 de Setembro.
Vamos de Jobim!
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